Notícias

Pato Branco, PR °min °max

Autor: Ubiracy José Tesserolli

Representantes do Sistema S buscam apoio do Legislativo

O presidente do Legislativo, vereador Vilmar Maccari (PDT), recebeu na última quinta-feira (4), representantes do Sistema Fercomércio Sesc Senac de Pato Branco, o gerente do Senac de Pato Branco, Vanderlei Correia, Paula Bernardini e   a gerente Executiva do Sesc, Cledi Nottar.    Na ocasião, eles entregaram um documento assinado pelo presidente do Conselho Regional, Darci Piana, e pelo diretor regional, Vitor Monastier, que transfere conhecimento sobre as atividades da instituição.

O documento alerta que, o Governo Federal manifestou sua intenção de retirar percentuais significativos da receita compulsória dos órgãos do Sistema S, baseado, conforme o documento, em suposições sobre o uso inadequado desses recursos, oriundos na integra pela contribuição das empresas do setor produtivo nacional. 

“Tal medida, caso aprovada, representará retrocesso inaceitável. No caso especifico do Senac (PR), irá gerar imediata redução de programas gratuito de educação profissional em percentuais semelhante aos da retirada, causando enorme vazio social e econômico”, salienta o presidente do Conselho Regional, Darci Pina.

Legislativo

O presidente Maccari antecipou que a reivindicação tem o seu apoio, inclusive convidou representantes do Senac que participem de uma sessão deliberativa e utilizem  a Tribunal Livre e expliquem com detalhes as medidas que estão por vir.  A data prevista para o uso do espaço é 17 de abril.

Presidente recebe representantes do Sistema S

Governo

O corte no financiamento do Sistema S pode ser de 30% a 50%. O plano é reduzir as contribuições sobre folha de pagamento que hoje bancam as instituições e enxugar as entidades. Assim, parte das atribuições de organizações como Sesc e Senai passariam a ser desempenhadas pelas próprias empresas privadas.

A revisão faz parte da proposta do  governo de diminuir encargos sobre a folha, para estimular contratações. Hoje, empresas recolhem de 0,2% a 2,5% sobre os salários dos funcionários, para bancar as entidades sociais, que oferecem serviços como cursos técnicos e consultorias. 

No Senai, por exemplo, a alíquota é de 1%, segundo dados do Senado Federal. No ano passado, a arrecadação para o sistema chegou a R$ 16,5 bilhões, segundo dados da Receita.